quarta-feira, 6 de junho de 2007

A crueldade não tem limites


A vida de uma mãe acaba no momento em que o seu filho desaparece.
Quando levado pela morte já é cruel o suficiente, mas pelo menos faz-se o luto...
Aprende-se a viver com a ausência, aprende-se a viver com o consolo de que o sofrimento daquela criança acabou. Está em paz...
Mas quando levado por alguém monstruoso, o luto nunca é feito e a cada dia que passa é mais um pedaço da mãe que morre. Morre na esperança do reencontro. Morre na solidão do seu sofrimento. Morre porque algures neste mundo o seu filho sofre e ela não está lá para o proteger.
Isto é brutal!
Será possível traduzir em palavras aquilo que estas mulheres sentem?

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